segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Projeções Cartográficas (8º ano - 7ª série)


Expectativas de Aprendizagem

1. Projeções Cartográficas
    
    Preciso identificar as formas de representação do mundo. Para tanto, é necessário entender e valorizar a cartografia como instrumento de informação dos fenômenos presentes no espaço geográfico mundial.

Projeções cartográficas:

Cilíndrica, Cônica e  Azimutal

Ao criarem mapas, os cartógrafos têm de enfrentar o desafio de representar a Terra, que é esférica, em uma superfície plana. Para se ter uma ideia da dificuldade de fazer essa transposição - que está sujeita a várias distorções -, no decorrer dos anos surgiram mais de 200 tipos de projeções cartográficas. As três projeções mais conhecidas são a cilíndrica, a cônica e a azimutal.
A representação mais precisa da superfície da Terra é o globo. A representação por meio de mapas, sempre acarretará distorções. Não existem projeções melhores ou piores. Cada uma se adapta a determinadas finalidades. Mas nenhuma resolve o problema da representação da curvatura da Terra numa superfície plana.
Para ser feita, a representação emprega um sistema de projeções cartográficas baseadas em relações matemáticas e geométricas. Apesar dos problemas que todas apresentam, sem essas projeções seria impossível a reprodução plana do globo terrestre.
As três projeções mais usadas são a cilíndrica, a cônica e a azimutal.

Projeção cilíndrica

Esta representação é obtida com a projeção da superfície terrestre, com os paralelos e os meridianos, sobre um cilindro em que o mapa será desenhado. Ao ser desenrolado, apresentará sobre uma superfície plana todas as informações que para ele foram transferidas. Nem todas as projeções cilíndricas são iguais. A projeção cilíndrica conforme conserva a forma dos continentes, direções e ângulos, mas altera a proporção das superfícies, como é o caso da primeira projeção elaborada por Mercator.

Gerard Mercator (1512-1594) desenvolveu seu trabalho, durante as grandes navegações do século 14. Do continente europeu partiram navios para a África, América e Ásia. A projeção é a mais apropriada à navegação marítima e mostra uma visão eurocêntrica do mundo.

O ponto forte da projeção de Mercator é a precisão nas distâncias, sendo usada até hoje. Ocorre que esse modelo privilegia as formas dos continentes, mas distorce as áreas. E essa distorção, que cresce conforme aumenta a latitude, acaba resultando em grandes deformações: a Groenlândia, por exemplo, que tem cerca de 2,8 milhões e quilômetros quadrados, aparece no mapa com quase o mesmo tamanho da África, com seus mais de 30 milhões de quilômetros quadrados.
Ao acusar a projeção de Mercator de ser um instrumento dos países ricos, ao norte, para colonizar as nações menos desenvolvidas, ao sul, o alemão Arno Peters apresentou, em 1973, seu modelo de projeção cartográfica. Peters optou pela proporção entre as áreas, chegando a uma representação em que os países ao sul ganham mais destaque. Resultado? Estava instalada a polêmica, com debates que perduram até hoje entre os partidários da cada modelo.
Com o objetivo de aperfeiçoar as características da projeção de Mercator nas superfícies das regiões de alta latitude, Arthur H. Robinson criou a sua projeção, em 1963.
Com Robinson, os meridianos são colocados em linhas curvas, em forma de elipses que se aproximam quanto mais se afastam da linha do Equador. É a projeção mais usada nos atlas atuais.
A projeção equivalente preserva o tamanho real da superfície representada, mas não mantém as formas, direções e ângulos, como é o caso da projeção de Peters.

O mapa-múndi de Peters valoriza os países subdesenvolvidos, colocando-os em destaque ao representá-los com os seus tamanhos proporcionais. Ele projeta em linguagem cartográfica a idéia de igualdade entre as nações.

O cartógrafo alemão Arno Peters (1916-2002) considerava que os mapas eram uma das manifestações simbólicas da submissão dos países do Terceiro Mundo.
Peters combateu a imagem de superioridade dos países do Norte representada nos planisférios derivados da projeção de Mercator. Seu pressuposto de que todos os países deveriam ser retratados no mapa-múndi de forma fiel a sua área, dá destaque os países subdesenvolvidos.
                                              Para reforçar ainda mais os princípios norteadores da projeção de Peters, alguns cartógrafos inverteram a posição convencional dos mapas.

Projeção cônica

Um cone imaginário em contato com a esfera é a base para a elaboração do mapa. Os meridianos formam uma rede de linhas retas convergentes nos pólos e os paralelos formam círculos concêntricos.
Na projeção cônica, a representação é feita como se um cone envolvesse o planeta e depois fosse planificado. Essa projeção é utilizada para mapas de latitudes médias, pois nessa região a distorção é menor.
Essa projeção é utilizada para representar partes da superfície terrestre, como o trecho de um continente.
  
Na projeção cônica, as distorções próximas ao paralelo de contato com o cone são pequenas e aumentam à medida que as superfícies representadas se distanciam desse paralelo.


Projeção plana ou azimutal

O mapa numa projeção azimutal é construído sobre um plano tangente a um ponto qualquer da esfera terrestre. Este ponto ocupa sempre o centro do mapa.
A projeção azimutal é usada, em geral, para representar as regiões polares e suas proximidades e para localizar um país na posição central, tornando possível o cálculo de sua distância em relação a qualquer ponto da superfície terrestre. O emblema da ONU é uma projeção azimutal.

As deformações são pequenas nas proximidades do ponto de tangência, mas aumentam com o distanciamento deste ponto.
Cláudio Mendonça é professor do Colégio Stockler e autor, para o ensino médio, de "Geografia geral e do Brasil" e "Território e sociedade no mundo globalizado".







domingo, 17 de fevereiro de 2013

Projeções Cartográficas


Projeções Cartográficas

Para a prática da ciência cartográfica é de fundamental importância a utilização de recursos técnicos, e o principal deles é a projeção cartográfica. A projeção cartográfica é definida como um traçado sistemático de linhas numa superfície plana, destinado à representação de paralelos de latitude e meridianos de longitude da Terra ou de parte dela, sendo a base para a construção dos mapas.
A representação da superfície terrestre em mapas, nunca será isenta de distorções. Nesse sentido, as projeções cartográficas são desenvolvidas para minimizarem as imperfeições dos mapas e proporcionarem maior rigor científico à cartografia.
No entanto, nenhuma das projeções evitará a totalidade das deformações, elas irão valorizar alguns aspectos da superfície representada e fazer com que essas distorções sejam conhecidas. Entre as principais projeções cartográficas estão:
-   Projeção Cilíndrica: o plano da projeção é um cilindro envolvendo a esfera terrestre. Depois de realizada a projeção dos paralelos e meridianos do globo para o cilindro, este é aberto ao longo de um meridiano, tornando-se um plano sobre o qual será desenhado o mapa.


-   Projeção Cônica: a superfície terrestre é representada sobre um cone imaginário envolvendo a esfera terrestre. Os paralelos formam círculos concêntricos e os meridianos são linhas retas convergentes para os polos. Nessa projeção, as distorções aumentam conforme se afasta do paralelo de contato com o cone. A projeção cônica é muito utilizada para representar partes da superfície terrestre.

-   Projeção Plana ou Azimutal: a superfície terrestre é representada sobre um plano tangente à esfera terrestre. Os paralelos são círculos concêntricos e os meridianos, retos que se irradiam do polo. As deformações aumentam com o distanciamento do ponto de tangência. É utilizada principalmente, para representar as regiões polares e na localização de países na posição central.

Projeção Plana ou Azimutal
-   Projeção Senoidal: executada por Mercator, Sanson e Flamsteed, tem os paralelos horizontais e eqüidistantes. Trata-se de um tipo de projeção que procura manter as dimensões superficiais reais, deformando a fisionomia. Esta deformação intensifica-se na periferia do mapa.
-   Projeção de Mercator ou Projeção Cilíndrica Conforme: conserva a forma dos continentes, direções e os ângulos verdadeiros. Muito utilizada para navegação marítima e aeronáutica.
-   Projeção de Peters ou Projeção Cilíndrica Equivalente: não mantém as formas, direções e ângulos, conserva a proporcionalidade das áreas, preservando as superfícies representadas.
-   Projeção de Hölzel: Apresenta contorno em elipse, proporcionando uma ideia aproximada da forma esférica da Terra com achatamento dos polos.
-   Projeção Azimutal Eqüidistante Polar: O pólo norte é o centro do mapa, e a partir dele as distâncias estão em escala verdadeira, bem como os ângulos azimutais.
-   Projeção de Robinson: é uma representação global da Terra. Os meridianos são linhas curvas (elipses) e os paralelos são linhas retas.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

APRESENTAÇÃO


Estamos iniciando mais um Ano Letivo. Assim, a cada novo ano nos deparamos com novos desafios que são fundamentais para o nosso crescimento.
Buscamos novas estratégias, novos padrões e novas condutas para atender as necessidades impostas pelo meio em que vivemos. Nesse sentido, objetivamos ser mais um profissional competente num futuro recente.
Então, que tal começarmos o ano encarando essa tarefa como ponto crucial em nossas vidas? Acreditamos em nossa capacidade de nos transformarmos, sempre na busca do bem comum. É importante lembrarmos que a busca dos valores como honestidade, cooperação, humildade e ética que fazem sempre a diferença. Entendemos que pessoas assim, que defendem a não violência e pensam no bem coletivo, conseguem transformar um país.
Assim, não apenas deparamos em nosso dia-a-dia com dúvidas, erros e acertos, porém o mais importante é investigarmos, pesquisarmos e brincarmos com o “Novo”, criando situações para que possamos superar nossas próprias limitações e dificuldades.
Nesse sentido, a educação não é apenas conhecimento, mas sim aprender a conviver e a trabalhar em grupo. Para tanto, estamos dispostos em ter o prazer e vivenciar cada experiência em sociedade, buscando sempre um futuro promissor.


Prof. Rubens Oliveira

POR QUE ESTUDAR A GEOGRAFIA?


GEOGRAFIA
Apresentação
As idéias propostas nesse documento levam em consideração os fundamentos de uma Geografia da atualidade. Deve-se, portanto, compreendê-la como uma ciência do presente, inspirada na realidade contemporânea e que permita ao jovem estudante entender o mundo atual por meio das diversas apropriações dos lugares, suas interações e suas contradições.
Quando se pensa em uma Geografia para o século XXI, devemos considerar que essa disciplina, assim como as outras, resulta da influência direta promovida pelas alterações impostas pelo meio técnico-científico informacional.
A partir do final do século XX, as mudanças resultantes das novas formas de comunicação, responsáveis, inclusive, por criar uma nova perspectiva de espaço — o virtual —, transformaram a maneira como a sociedade lida com o conhecimento, impondo também ao ensino da disciplina uma nova perspectiva.
Essa nova concepção de Geografia, aqui defendida, incorpora um segundo momento, quando os desafios impostos pelas transformações do meio técnico-científico-informacional — inserido em sala de aula e fora dela — promoveram uma conexão on line e passaram a influir e a modificar o local, o regional e o global ao mesmo tempo.
O encurtamento das distâncias associado à expansão dos meios de transporte tanto de pessoas e mercadorias como de informações, assim como as alterações promovidas no mundo do trabalho, permitem a cada momento vislumbrar um leque de aproximações capazes de romper com as barreiras culturais, aproximando mundos diferentes. Essa nova concepção de espaço influencia os modos de agir e de pensar da humanidade em sua totalidade.
O ensino de Geografia ganha, portanto, uma nova dimensão de espaço — o espaço virtual e materializa numa concepção de ensino diferenciada, em que os conteúdos específicos de Geografia, ao interagirem com os de outras ciências, possibilitam ao educando, por intermédio da mediação realizada pela escola, a ampliação de um conhecimento autônomo e abrangente.
Também é fundamental desenvolver uma atitude de respeito aos saberes que o estudante traz à escola, adquiridos em seu meio cultural, pois é certo que envolvem uma variada gama de discussões com temas da atualidade, como a urgência ambiental, os diferentes níveis de bem-estar das populações, as questões de saúde pública, as políticas assistenciais, as greves, o desemprego, a globalização, as relações internacionais, os conflitos de diferentes ordens, as crises econômicas, entre outras.
Essas questões, presentes diariamente em jornais, reportagens de televisão, manchetes de revistas e na rede mundial de computadores, compõem o cenário no qual os jovens vivem e atuam, e devem transformar-se em contextos para a discussão e a compreensão do mundo que os cerca em todas as suas dimensões. São estas as necessidades essenciais que mobilizam formas de pensar e agir de um cidadão do século XXI, que muitas vezes é ator principal de seu tempo e, em outras, coadjuvante e observador crítico das ocorrências planetárias.
O objeto central da investigação geográfica reside, portanto, no estudo do espaço geográfico, abrangendo o conjunto de relações que se estabelece entre os objetos naturais e os construídos pela atividade humana, ou seja, os artefatos sociais. Nesse sentido, enquanto o “tempo da natureza” é regulado por processos bioquímicos e físicos responsáveis pela produção e pela interação dos objetos naturais, o “tempo histórico” responsabiliza-se por perpetuar as marcas acumuladas pela atividade humana como produtora de artefatos sociais.
Ao considerar tais premissas, o ensino de Geografia deve priorizar o estudo do território, da paisagem e do lugar em suas diferentes escalas. Assim, rompe-se com uma visão estática na qual a natureza segue o seu curso imutável e irreal, enquanto a humanidade é vista como uma entidade a ser estudada à parte, como se não interagisse com o meio.
O conceito de escala geográfica expressa as diferentes dimensões que podem ser escolhidas para o estudo do espaço geográfico, passível de ser abordado a partir de recortes tais como o lugar, a região, o território nacional ou o mundo. Entretanto, as diferentes escalas geográficas estão sempre inter-relacionadas: é preciso, por exemplo, considerar o mundo, a região e o território nacional na análise dos fenômenos que ocorrem no lugar.
Desse modo, assim como os demais componentes curriculares da educação básica, cabe ao ensino de Geografia, nas séries iniciais, privilegiar a alfabetização geográfica, ou seja, desenvolver linguagens e princípios que permitam ao aluno ler e compreender o espaço geográfico. No que se refere ao Ensino Fundamental, é importante ressaltar a necessidade de considerar os conteúdos mais adequados à faixa etária a que se destina, considerando as características cognitivas e afetivas relativas a cada uma delas. Propomos uma abordagem que leve em consideração os seguintes eixos conceituais:
a) Território – O termo foi originalmente formulado pela Biologia no século XVIII, compreendendo a área delimitada por uma espécie, na qual são desempenhadas as suas funções vitais. Incorporado posteriormente pela Geografia, o conceito ganhou contornos geopolíticos ao configurar-se como o espaço físico no qual o Estado se concretiza. Porém, ao se compreender o Estado nacional como a nação politicamente organizada, estruturada sobre uma base física, não é possível considerar apenas sua função política, mas também o espaço construído pela sociedade. Portanto, o território deve ser considerado a extensão apropriada e usada pela sociedade. Ao compreender o que é o território, deve-se levar em conta toda a diversidade e a complexidade de relações sociais, de convivências e diferenças culturais que se estabelecem em um mesmo espaço.
b) Paisagem – Distinto do senso comum, esse conceito tem um caráter específico para a Geografia. A paisagem geográfica é a unidade visível do real e que incorpora todos os fatores resultantes da construção natural e social. A paisagem acumula tempos e deve ser considerada como “tudo aquilo que vemos; o que nossa visão alcança” (SANTOS, 2001). Dessa forma, uma paisagem nunca pode ser destruída, ela está sempre se modificando. As paisagens devem ser consideradas como a forma de um processo em contínua construção, pois representam a aparência dos elementos construídos socialmente e, portanto, representam a essência da própria sociedade que as constrói.
c) Lugar – O conceito de paisagem vincula-se fortemente ao conceito de lugar, e este também se distingue do senso comum. Para a Geografia, o lugar traduz os espaços nos quais as pessoas constroem os seus laços afetivos e subjetivos, pois pertencer a um território e fazer parte de sua paisagem significa estabelecer laços de identidade com cada um deles. É no lugar que cada pessoa busca suas referências pessoais e constrói o seu sistema de valores. São esses valores que fundamentam a vida em sociedade, permitindo, a cada lugar, construir uma identidade própria.
d) Educação cartográfica – A alfabetização cartográfica deve ser entendida como um dos instrumentos indispensáveis para a cidadania. Como afirma Lacoste, “cartas, para quem não aprendeu a lê-las e a utilizá-las, sem dúvida não têm qualquer sentido, como não teria uma página escrita para quem não aprendeu a ler”. Portanto, uma educação que objetive a formação do cidadão consciente e autônomo deve incorporar no currículo os fundamentos para o desenvolvimento da alfabetização cartográfica, da leitura e da interpretação de gráficos e tabelas, além de leitura, interpretação e confecção de mapas.
A seguir são apresentadas as expectativas de aprendizagem em cada um dos tópicos. A leitura das expectativas de aprendizagem deve considerar os conteúdos de ensino a que referem.
As expectativas de aprendizagem não pretendem reduzir os conhecimentos a serem ensinados / aprendidos, mas, sim, indicar os limites sem os quais o aluno teria dificuldades para prosseguir seus estudos, bem como participar ativamente na vida social. 

8º ano / 7ª série



Letramento e Diversidade
A cartografia como instrumento na aproximação dos lugares e do mundo
Campo e cidade como formações socioespaciais
Geografia como possibilidade de leitura e compreensão do mundo
O estudo da natureza e sua importância para o homem
HABILIDADES
CONTEÚDOS
• Identificar as formas de representação do mundo, valorizando a cartografia como instrumento de informação dos fenômenos presentes no espaço geográfico mundial.
• Identificar a representação do espaço mundial: as projeções geográficas, as coordenadas geográficas,  as latitudes, as longitudes e os fusos horários o sensoriamento remoto e o Sistema de Informações Geográficas.
• Compreender a fragmentação do mundo em grandes blocos regionais e os organismos criados por esses para sua administração.
• Reconhecer como o desenvolvimento tecnológico está associado à globalização da economia, favorecendo  a aproximação e/ou distanciamento das nações do mundo.
• Reconhecer a relação entre o subdesenvolvimento, desenvolvimento e o colonialismo.
• Reconhecer o processo de subdesenvolvimento e destacar a fome no Brasil e no mundo como uma de suas principais características.
• Comparar indicadores sociais e econômicos com os
aspectos demográficos.
• Analisar os índices de desenvolvimento humano dos países a fim de perceber as disparidades entre eles.
• Discutir o crescimento desequilibrado das economias das Américas, analisando sua colonização e ocupação territorial, as relações de dependência tecnológica e de  capitais, a urbanização e as alterações na relação cidade-campo; a modernização da agricultura; as relações com os grandes mercados e os centros do poder, destacando as questões ambientais: o solo, o clima, as águas e o ar.
• Identificar as diferenças dos tipos de colonização  e descolonização na África, na Ásia e no Brasil.
• Identificar e analisar as razões dos principais conflitos étnicos, culturais e religiosos, existentes no mundo atual, como fator de redefinição das fronteiras.
• Reconhecer as desigualdades sociais e analisar os interesses dos países dominantes nas questões sociais do continente africano.
• Investigar as raízes da segregação racial na África do Sul (apartheid).
• Caracterizar a “África Branca”.
• Caracterizar o espaço natural do continente africano.
• Destacar as principais características naturais, étnicas, culturais, políticas e econômicas do continente Asiático.
• Reconhecer o processo de formação dos “Tigres Asiáticos” e analisar os problemas enfrentados por eles.
• Identificar os contrastes sociais, econômicos, políticos e geográficos da península indiana.
• Identificar os problemas sociais e conflitos étnicos, culturais e religiosos.
• Projeções cartográficas coordenadas geográficas e fusos horários.
• Divisão do mundo em: capitalistas e socialistas; desenvolvidos, em desenvolvimento e emergentes; países do norte e do sul  (Centrais x periféricos)
• Colonização de exploração e povoamento: América, África e Ásia.
• Indicadores socioeconômicos do subdesenvolvimento (com ênfase na América).
• Relações dos mercados mundiais: Globalização da economia.
• América:
1. Localização geográfica.
2. Formas de regionalização
3. Aspectos físicos.
4. Diversidades e contrastes
5. Economia 
6. Dependências tecnológicas
7. Urbanização
8. Relação cidade-campo
9. Relações com os mercados mundiais
• África
1. Localização geográfica
2. Formas de regionalização
3. Economia
4. Índice de Desenvolvimento Humano 
5. Características do espaço natural
6. Desigualdades sociais
7. Segregação racial na África do Sul-Apartheid
8. Influências culturais no Brasil
• Ásia
1. Localização geográfica.
2. Formas de regionalização
3. Economia 
4. Características do espaço natural.
5. Desigualdades sociais.
6. Diversidade cultural e étnica.
7. Península indiana

9º ANO / 8ª SÉRIE

A cartografia como instrumento na aproximação dos lugares e do mundo
Campo e cidade como formações socioespaciais
Geografia como possibilidade de leitura e compreensão do mundo
O estudo da natureza e sua importância para o homem
HABILIDADES
CONTEÚDOS

• Compreender que a divisão do mundo em regiões é também obra da organização humana.
• Identificar os blocos econômicos mundiais e os potenciais pólos do poder econômico.
• Entender o Mercosul como um importante como um importante mecanismo de inserção das economias dos países membros na globalização.
• Perceber o peso da economia brasileira no Mercosul.
• Reconhecer como o desenvolvimento tecnológico está associado à globalização da economia e com a formação do espaço global.
• Identificar e localizar a China no continente asiático.
• Destacar as diferenças entre os dois sistemas político-econômicos que originaram seu território.
• Caracterizar a China como uma potência demográfica, econômica e política.
• Descrever a organização do espaço japonês, analisar seu processo de desenvolvimento, suas principais atividades econômicas e destacar o seu papel no comércio mundial.
• Caracterizar a população e a cultura japonesa.
• Identificar os atuais problemas enfrentados pelo Japão.
• Identificar e localizar o Oriente Médio na Ásia.
• Explicar a importância do petróleo para a economia dos países do Oriente Médio e do mundo.
• Discutir a questão Palestina/Israel.
• Identificar e analisar os principais aspectos: naturais, sociopolítico-econômicos, científico-tecnológicos e culturais dos EUA e Canadá.
• Explicar a forte presença dos EUA no comércio mundial.
• Comparar a qualidade de vida da população norte-americana com as condições de vida dos imigrantes nos EUA. 
• Localizar o continente europeu.
• Analisar as questões ambientais e o quadro natural  da Europa.
• Descrever as desigualdades regionais dos países europeus do ponto de vista étnico-cultural, e do socioeconômico e explicar os objetivos da União Europeia.
• Analisar o processo de industrialização, de urbanização e modernização da agricultura do continente europeu.
• Interpretar as transformações do Leste Europeu, e o processo de constituição e de desintegração da antiga URSS.
• Compreender a formação da CEI e seus conflitos latentes.
• Identificar a Rússia como país de destaque, na porção centro-oriental da Europa.
• Explicar o processo de surgimento de diversos países na Península Balcânica, a partir de 1990, resultante da fragmentação territorial da antiga Iugoslávia. 
• Conhecer as peculiaridades geográficas da Oceania.
• Caracterizar a Austrália e a Nova Zelândia.
• Identificar a Antártida como um laboratório de pesquisa dos fenômenos naturais.
• Conhecer a participação do Brasil na Antártida.
• Analisar as questões ambientais da Antártida

• A dinâmica das transformações através da tecnologia
• Blocos econômicos mundiais e pólos de poder.
• Globalização e desenvolvimento tecnológico: aproximação entre os povos 
• A revolução tecnológica e a formação do espaço global
• Aspectos demográficos, políticos, sociais, econômicos e sociais da China. 
• Tigres Asiáticos
• Aspectos demográficos, políticos, sociais, econômicos e sociais do Japão.
• Indicadores sociais e econômicos e aspectos demográficos 
• A questão Palestina-Israel 
• Oriente Médio: aspectos gerais
2. Identificar e analisar os aspectos: naturais; sociopolítico-econômicos;  científico-tecnológicos e culturais dos EUA e Canadá. 
• Europa
1. As terras da Europa – O relevo, os rios, os lagos 
2. As florestas e os campos na homogeneidade do clima europeu 
3. O espaço humanizado europeu 
4. A população nas terras da Europa 
5. Economia europeia 
6. Os transportes e a União Europeia 
7. CEI: Comunidade dos Estados Independentes 
8. A Rússia e a economia da CEI 
9. A Península Balcânica: formação histórica e política
• O novíssimo continente 
• Austrália e a Nova Zelândia: os países ricos 
• A participação brasileira na Antártida 
• Questões ambientais do continente gelado
http://www.se.df.gov.br/wp-content/uploads/pdf_se/links_paginas/cur_ed_basica/curriculo_fundamental_anosfinais.pdf